O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros protege Cerrado de altitude no nordeste de Goiás, nas porções mais altas do Planalto Central e nas nascentes da bacia do Tocantins. Foi criado em 1961 com outro nome e outra escala; passou o meio século seguinte sendo reduzido e, em 2017, reampliado. A inscrição na Lista do Patrimônio Mundial, em 2001, é do conjunto com o Parque Nacional das Emas — dois núcleos separados por centenas de quilômetros, lidos pela UNESCO como amostra do Cerrado, não como um único maciço contínuo.
Ficha do parque
Verificado em 11/09/2026- Nome oficial
- Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros No decreto de criação, de 1961, a denominação usada foi “Parque Nacional do Tocantins”.
- País e região
- Brasil — América do Sul
- Localização
- Nordeste de Goiás Municípios de Alto Paraíso de Goiás, Cavalcante, Nova Roma, Teresina de Goiás, São João da Aliança e, em fração mínima, Colinas do Sul. Sede na Rodovia GO-239, km 36, vila de São Jorge.
- Ano de criação
- 1961 Decreto nº 49.875, de 11 de janeiro de 1961.
- Ato legal
- Decreto nº 49.875/1961 Nome e área alterados pelo Decreto nº 70.492, de 11 de maio de 1972. Limites atuais: Decreto de 5 de junho de 2017.
- Área protegida
- 240.586,56 hectares Área divulgada pelo ICMBio. O Decreto de 5 de junho de 2017 e a ficha técnica do plano de manejo de 2021 descrevem área total aproximada de 240.611 ha.
- Categoria de manejo
- Parque nacional — proteção integral Unidade do Sistema Nacional de Unidades de Conservação, grupo de proteção integral.
- Bioma
- Cerrado Fitofisionomias de mata de galeria, mata seca, cerradão, cerrado sentido restrito, vereda, campo sujo, campo limpo e campo rupestre, conforme o plano de manejo de 2021.
- Administração
- ICMBio Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, autarquia federal vinculada ao Ministério do Meio Ambiente.
- Patrimônios reconhecidos
- Patrimônio Mundial da UNESCO, desde 2001 Bem serial “Áreas Protegidas do Cerrado: Parques Nacionais da Chapada dos Veadeiros e das Emas”, dossiê 1035, critérios (ix) e (x). O parque integra ainda a Reserva da Biosfera do Cerrado.
- Tipo de ecossistema
- Savanas e campos O acervo também classifica a unidade como parque de montanha.
Como o parque foi criado
Em 11 de janeiro de 1961, o Decreto nº 49.875, assinado por Juscelino Kubitschek, criou no estado de Goiás, “na chapada dos Veadeiros”, o Parque Nacional do Tocantins, subordinado ao Serviço Florestal do Ministério da Agricultura. O artigo 2º descreve um perímetro que começa na margem direita do rio Tocantins, na confluência do Tocantinzinho, contorna a então cidade de Veadeiros — hoje Alto Paraíso de Goiás — e fecha pelo rio Preto e pelo ribeirão São Félix. O decreto não publica hectare. A área original de aproximadamente 625 mil hectares é a que o plano de manejo de 2021 atribui a esse perímetro.
A trajetória seguinte é de contração. O Decreto nº 70.492, de 11 de maio de 1972, mudou o nome para Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros e fixou 171.924,54 hectares. O Decreto nº 86.596, de 17 de novembro de 1981, reduziu a unidade a 60 mil hectares — 9,6% do perímetro de 1961, segundo o plano de manejo. O Decreto nº 99.279, de 6 de junho de 1990, elevou a superfície a 65.514,725 hectares. Uma ampliação em 2001 foi depois desfeita no plano jurídico, e a unidade voltou à escala da década de 1980. Esse vaivém é o que a UNESCO passou a monitorar depois da inscrição.
A redefinição decisiva veio em 5 de junho de 2017. O decreto sem número amplia o parque a área total aproximada de 240.611 hectares, nos municípios de Alto Paraíso de Goiás, Cavalcante, Nova Roma, Teresina de Goiás e São João da Aliança, com os objetivos de aumentar a representatividade de ambientes protegidos, garantir serviços ecossistêmicos, contribuir para a estabilidade ambiental da região e proporcionar recreação e turismo ecológico. O portal do ICMBio publica hoje 240.586,56 hectares. Como no Iguaçu, são o número do ato legal e o número da ficha vigente — apresentamos os dois.
Paisagens
A chapada que dá nome ao parque é um conjunto de planaltos, platôs, escarpas e cânions no encontro de grupos geológicos antigos do Planalto Central. O plano de manejo descreve a unidade na Faixa de Dobramentos e Cavalgamentos Brasília, sobre quartzitos e metassiltitos dos Grupos Arraias e Traíras, com solos ácidos, rasos ou tóxicos por alumínio — o substrato que força a flora a se especializar. O Pouso Alto é tratado no mesmo documento como a região mais alta do Planalto Central; a ficha da UNESCO do bem registra a faixa altitudinal da chapada entre cerca de 600 e 1.691 metros.
A água organiza a cena. O parque e o entorno estão na porção central da bacia do Alto Tocantins. Rios em vale estreito, com ruptura de declive, produzem as quedas que a visitação procura: o plano de manejo nomeia, entre outros, os Saltos do Rio Preto, a serra de Santana, a Fenda das Fiandeiras, o rio Macacão e o Jardim de Maytrea. A vastidão que o documento chama de “sensação de liberdade do Planalto Central” é campo e serra, não floresta fechada.
O decreto de 2017 descreve dois polígonos: um maior, da ordem de 222 mil hectares, pelo qual corre o rio Preto; e um menor, da ordem de 18 mil hectares, na região do rio dos Macacos. A unidade atual não é um retângulo único.
Ecossistemas
O parque está no bioma Cerrado, em zona de transição climática entre a Amazônia e o Semiárido. O plano de manejo classifica o regime como tropical semiúmido do tipo Aw: verão úmido, inverno seco. Essa sazonalidade, a recorrência do fogo e o solo pobre são, na justificativa da UNESCO, o motor das adaptações que distinguem a flora e a fauna do Cerrado.
As fitofisionomias listadas no plano de 2021 cobrem o gradiente completo do bioma numa só unidade: mata de galeria, mata seca, cerradão, cerrado sentido restrito, parque de cerrado, vereda, campo sujo, campo limpo e campo rupestre. Extensos campos secos nos interflúvios e inundáveis nas baixadas são cortados por veredas de buriti e por matas de galeria. Nos afloramentos de quartzito aparecem o cerrado rupestre e o campo rupestre, de endemismo alto por área amostrada.
A UNESCO descreve o sítio serial — Veadeiros e Emas — como amostra de todos os habitats-chave do Cerrado, um dos ecossistemas tropicais mais antigos da Terra. A altitude da chapada é o argumento do critério (ix): durante flutuações climáticas que deslocaram o Cerrado no eixo norte–sul ou leste–oeste, essa variação altitudinal teria funcionado como refúgio relativamente estável. O plano de manejo trata o fogo manejado como parte desse sistema, não como acidente a eliminar de todo.
Fauna e flora
Fauna
O plano de manejo de 2021 descreve o parque como uma das últimas grandes áreas preservadas de Cerrado de altitude, capaz de sustentar fauna que depende de extensões contínuas. Entre os mamíferos nomeados no documento:
- Onça-pintada (Panthera onca);
- Lobo-guará (Chrysocyon brachyurus);
- Veado-campeiro (Ozotoceros bezoarticus), associado pelo próprio plano à origem do topônimo Veadeiros;
- Tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla) e tatu-canastra (Priodontes maximus);
- O morcego Lonchophylla dekeyseri e a catita Monodelphis rubida, ambos endêmicos do Cerrado e ameaçados.
Entre as aves, o plano destaca a ema (Rhea americana) e espécies da lista brasileira de ameaçadas, entre elas o pato-mergulhão (Mergus octosetaceus), tratado em capítulo próprio como embaixador das águas brasileiras e bioindicador de rios limpos de encosta; o papa-moscas-do-campo (Culicivora caudacuta); o galito (Alectrurus tricolor); o tico-tico-de-máscara-negra (Coryphaspiza melanotis); e, endêmicas do Cerrado, a codorna Nothura minor e o carapé Taoniscus nanus. A UNESCO, para o sítio serial, acrescenta que, com exceção da ariranha, todos os grandes mamíferos ameaçados do Cerrado ocorrem no bem.
Flora
O plano de manejo nomeia, entre as espécies ameaçadas protegidas na unidade, a aroeira (Myracrodruon urundeuva), a sempre-viva Paepalanthus chiquitensis, a arnica brasileira (Lychnophora ericoides) e o palmito-juçara (Euterpe edulis). Como flora rara ou endêmica, cita Maytenus chapadensis, Eremanthus veadeiroensis e Chamaecrista cavalcantina, além do gênero de gramínea Altoparadisium e da espécie Triraphis devia, descritos a partir da região. A UNESCO atribui ao Cerrado entre 350 e 400 espécies de plantas vasculares por hectare, com endemismo elevado — densidade que o plano local confirma na variedade de fisionomias, não num único tapete de capim.
Importância ambiental
O Cerrado é o bioma brasileiro que mais depressa foi convertido em agricultura em larga escala. A UNESCO descreve o sítio serial como refúgio de espécies diante de flutuações climáticas passadas e futuras, e como amostra de habitats que o entorno já perdeu. O plano de manejo é mais concreto sobre o que ameaça esta unidade: incêndios no auge da seca, avanço de espécies exóticas agravado pelo fogo, desmatamento em área de preservação permanente, furto de madeira, ocupação irregular no entorno, assoreamento, extração seletiva de plantas e práticas agropecuárias danosas.
A água é o outro serviço que o documento trata como fundamental. O parque protege recarga de aquíferos e nascentes das porções mais altas do Planalto Central que alimentam a bacia Tocantins-Araguaia. A ficha da UNESCO acrescenta que as feições geológicas e os solos da região são chave para cursos d’água que também interessam à Amazônia e ao Pantanal, na bacia do Prata. O pato-mergulhão, que exige rio limpo e mata ciliar, é o indicador que o plano escolheu para dizer se essa função ainda está de pé.
A hidrelétrica de Serra da Mesa, no entorno, é citada no plano como interrupção de rotas migratórias de peixes. O fogo, por outro lado, não é tratado só como ameaça: o manejo integrado é descrito como ferramenta de conservação de veredas, nascentes e matas de galeria, e como valor cultural de populações da região. Incêndio descontrolado e fogo manejado não são o mesmo fenômeno.
Patrimônios reconhecidos
Patrimônio Mundial da UNESCO desde 2001, como bem natural serial, dossiê 1035: Áreas Protegidas do Cerrado — Parques Nacionais da Chapada dos Veadeiros e das Emas. Os critérios são:
- Critério (ix) — processos ecológicos em curso. A justificativa descreve o sítio como refúgio relativamente estável durante o deslocamento climático do Cerrado, função que a ficha considera ainda em vigor.
- Critério (x) — habitats significativos para a diversidade biológica. A justificativa atribui ao bem mais de 60% das espécies vegetais e quase 80% dos vertebrados descritos para o Cerrado.
A área inscrita em 2001 não acompanhou automaticamente as reduções e ampliações do parque brasileiro. Depois que o decreto de ampliação dos anos 2000 perdeu efeito, a Chapada dos Veadeiros no bem ficou com proteção legal aquém do perímetro inscrito; o Comitê do Patrimônio Mundial passou a pedir a restauração do regime. O decreto de 2017 reampliou a unidade. Em 2019, a decisão 43 COM 8B.42 aprovou uma modificação menor de limites do bem — e recusou a exclusão de uma área no centro do componente da Chapada dos Veadeiros. O setor I do bem, na comunicação oficial brasileira posterior, passou a totalizar 381.430 hectares, incluindo o parque reampliado, a Estação Ecológica Chapada de Nova Roma e reservas particulares já contempladas.
O plano de manejo trata o parque ainda como coração da Reserva da Biosfera do Cerrado, no Programa Homem e Biosfera da UNESCO — reconhecimento distinto da Lista do Patrimônio Mundial, e anterior a ela nesta região.
Melhor período para conhecer
Não existe um mês universalmente melhor, e desconfie de qualquer texto que diga o contrário. O que existe são variáveis conhecidas, e entendê-las é mais útil do que receber uma data.
O plano de manejo descreve duas estações bem demarcadas: verão úmido e inverno seco. Na cheia, rios e quedas ganham volume, e o mesmo volume que produz a paisagem pode fechar travessias. Na seca, o campo muda de cor e o risco de incêndio sobe. O segundo fator é o fluxo de visitantes, concentrado em feriados e nas áreas de uso público da vila de São Jorge. O plano registra que o número anual de visitantes da unidade passou, na década anterior à sua publicação, de cerca de 20 mil para cerca de 80 mil — ordem de grandeza, não cota.
Condições variáveis não são afirmadas neste guia. Interdições de trilha, restrições por chuva ou fogo e alterações de funcionamento são divulgados pela administração do parque e podem mudar de um dia para o outro. Consulte o canal oficial antes de se deslocar.
Formas oficiais de acesso
A sede administrativa registrada no plano de manejo e na ficha do ICMBio fica na Rodovia GO-239, km 36, vila de São Jorge, município de Alto Paraíso de Goiás, caixa postal 96, CEP 73.770-000. São Jorge é o distrito de chegada ao centro de visitantes; Alto Paraíso é o município-sede. A unidade, porém, tem área em Cavalcante, Nova Roma, Teresina de Goiás, São João da Aliança e, em 0,02%, Colinas do Sul. Há frentes de contato que não passam pela portaria da GO-239.
O Parque Nacional das Emas, o outro componente do bem da UNESCO, é outra unidade, no sudoeste de Goiás, com outra administração de campo e outro acesso. Visitar a Chapada dos Veadeiros não dá ingresso às Emas.
Não publicamos valores, horários nem pontos de venda. Ingresso, funcionamento das portarias, condução de visitantes e atividades disponíveis são definidos e alterados pela administração da unidade e por seus contratos de concessão. A única fonte válida para esses dados, na data em que você for visitar, é o canal oficial indicado na seção Verificação e site oficial.
Regras de visitação
O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros é uma unidade de proteção integral. Essa categoria, definida pela Lei nº 9.985, de 2000, admite apenas o uso indireto dos recursos naturais. A UNESCO descreve os dois parques do bem exatamente assim: grupo de proteção integral, equivalente à categoria II da IUCN.
Na prática, e de forma estrutural, isso significa que:
- A visitação é permitida apenas nas áreas e nas modalidades previstas no plano de manejo da unidade. A maior parte do território não é aberta ao público.
- Não é permitido coletar, retirar ou danificar plantas, animais, rochas, cristais ou qualquer elemento natural. A extração seletiva de plantas e o histórico de mineração de cristal no entorno são apontados nos documentos oficiais como pressão permanente.
- Caça e pesca são proibidas.
- O uso do fogo por visitante não é manejo: é infração. Queimas prescritas, quando ocorrem, são ato da administração.
- Atividades como filmagens profissionais, pesquisa científica e uso de aeronaves não tripuladas dependem de autorização prévia do órgão gestor.
- Animais domésticos não são admitidos em unidades de proteção integral.
- As orientações das equipes de campo e a sinalização em campo prevalecem sobre qualquer informação publicada previamente, inclusive sobre este guia.
O plano de manejo vigente foi aprovado pela Portaria ICMBio nº 514, de 17 de setembro de 2021. O texto consolidado é o que a administração disponibiliza na sede e no portal.
Cuidados ambientais
Em Cerrado de altitude com visitação concentrada em quedas e travessias, o impacto individual se multiplica rápido. Os cuidados abaixo respondem a problemas já nomeados no plano de manejo: compactação, extração de plantas, espécies exóticas e fogo.
- Não alimente nenhum animal silvestre, em nenhuma circunstância. Lobo-guará e aves de campo habituados a lanche de trilha deixam de ser fauna de Cerrado e passam a ser fauna de beira de estrada.
- Mantenha-se nas trilhas demarcadas. Atalho em campo rupestre e em vereda compacta solo raso e abre canal de erosão.
- Não colete flores, sempre-vivas, orquídeas, bromélias nem cristais. A extração seletiva é ilícito listado pelo próprio plano.
- Leve todo o seu resíduo de volta. Isso inclui resíduos orgânicos.
- Não introduza plantas, sementes ou animais. Gramíneas exóticas são uma das ameaças que o plano associa ao fogo e à borda agrícola.
- Não faça fogo. Em estação seca, um resto de brasa é incêndio. Em pedra molhada de corredeira, a superfície é escorregadia o ano inteiro.
Nossa leitura ampliada desses princípios está no guia de planejamento responsável de visitas.
Acessibilidade
Informação não confirmada em fonte oficial. Nas fontes oficiais consultadas para esta ficha, não localizamos um documento público e atualizado que descreva de forma completa as condições de acessibilidade das áreas abertas à visitação do parque — como características das trilhas e do centro de visitantes, existência de equipamentos de apoio, rotas alternativas ou atendimento a pessoas com mobilidade reduzida.
Optamos por registrar essa lacuna em vez de descrever condições que não pudemos verificar. Quem precisa dessa informação para planejar a visita deve procurar diretamente a administração da unidade, pelo canal indicado abaixo. Assim que localizarmos documentação oficial sobre o tema, atualizamos esta seção e a data de verificação.
Verificação e site oficial
Data da verificação: . Nessa data, todos os dados desta ficha foram conferidos nos documentos listados em Fontes.
Administração responsável: Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) — é o órgão a consultar para qualquer informação sujeita a mudança.
- Página oficial da unidade: Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros no portal do ICMBio
- Endereço de correio eletrônico institucional registrado no plano de manejo de 2021: [email protected] — canais de contato podem ter mudado desde a publicação do documento.
- Ficha do bem na UNESCO: Cerrado Protected Areas: Chapada dos Veadeiros and Emas National Parks, dossiê 1035
Se você identificou um dado desatualizado ou incorreto nesta ficha, veja nossa política de correções. Registramos toda alteração relevante com data.
Fontes
-
ICMBio. Ficha da unidade: nome oficial, bioma Cerrado, área de
240.586,56 hectares, sequência de decretos de 1961 a 2017, sede na GO-239, km 36,
vila de São Jorge, e plano de manejo aprovado pela Portaria nº 514/2021.
Órgão oficial
Parna da Chapada dos Veadeiros, portal do ICMBio -
ICMBio. Plano de Manejo do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros
(2021). Ficha técnica, histórico de áreas, fitofisionomias, fauna, flora, sede,
municípios, propósito da unidade e normas. Superfície na ficha: 240.611 ha.
Documento de gestão
Plano de manejo de 2021, portal do ICMBio -
UNESCO, Centro do Patrimônio Mundial. Cerrado Protected Areas: Chapada
dos Veadeiros and Emas National Parks — ficha do bem, critérios (ix) e (x), inscrição
em 2001. Dossiê 1035. Organismo internacional
whc.unesco.org/en/list/1035 -
UNESCO, Comitê do Patrimônio Mundial. Decisão 43 COM 8B.42 (2019) —
aprova a modificação menor de limites do bem e recusa a exclusão da área central do
componente da Chapada dos Veadeiros. Organismo internacional
whc.unesco.org/en/decisions/7405 -
Brasil. Decreto nº 49.875, de 11 de janeiro de 1961 — cria o Parque
Nacional do Tocantins na chapada dos Veadeiros. Legislação
planalto.gov.br — Decreto nº 49.875 -
Brasil. Decreto nº 70.492, de 11 de maio de 1972 — altera a denominação
para Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros e fixa 171.924,54 hectares.
Legislação
planalto.gov.br — Decreto nº 70.492 -
Brasil. Decreto de 5 de junho de 2017 — amplia o parque a área total
aproximada de 240.611 hectares. Legislação
planalto.gov.br — Decreto de 2017 -
Brasil. Lei nº 9.985, de 18 de julho de 2000 — institui o Sistema Nacional
de Unidades de Conservação da Natureza e define o grupo de proteção integral e o regime
de uso indireto dos recursos naturais. Legislação
planalto.gov.br — Lei do SNUC
Nomes científicos de fauna e flora reproduzidos conforme o plano de manejo de 2021 e a ficha da UNESCO, com grafia padronizada dos binômios mais citados; nomes populares conforme o uso nesses documentos.