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CashCollate Parques nacionais do mundo
Ilustração original: Mata Atlântica urbana em encostas, com picos de granito e dossel denso sobre o Rio de Janeiro.

Florestas e selvas · América do Sul

Parque Nacional da Tijuca

Rio de Janeiro, Brasil Criado em 1961 3.958,51 hectares

Ilustração original produzida pela CashCollate para este guia. Não é uma fotografia do local.

O Parque Nacional da Tijuca protege um fragmento de Mata Atlântica no maciço que atravessa a cidade do Rio de Janeiro. É uma unidade pequena em hectares e desproporcionalmente presente na vida urbana: regula água, encostas e o recorte visual da cidade. A floresta que se vê hoje não é floresta intocada. É o resultado de um século de reconstituição sobre terras que o café e a extração de madeira tinham esvaziado — e é essa reconstrução, mais que o dossel em si, o que a documentação oficial trata como o fato histórico da unidade.

Ficha do parque

Verificado em 11/09/2026
Nome oficial
Parque Nacional da Tijuca No decreto de criação, de 1961, a denominação usada foi “Parque Nacional do Rio de Janeiro”.
País e região
Brasil — América do Sul
Localização
Município do Rio de Janeiro Maciço da Tijuca. A administração registra sede na Estrada das Paineiras, Santa Teresa, e na Estrada da Cascatinha, Alto da Boa Vista.
Ano de criação
1961 Decreto nº 50.923, de 6 de julho de 1961.
Ato legal
Decreto nº 50.923/1961 Denominação alterada pelo Decreto nº 60.183, de 8 de fevereiro de 1967. Limites redefinidos pelo Decreto de 3 de junho de 2004.
Área protegida
3.958,51 hectares Área divulgada pelo ICMBio. O Cadastro Nacional de Unidades de Conservação calcula 3.958,46 ha por geoprocessamento. O decreto de 1967 descreve a unidade original com cerca de 3.200 ha.
Categoria de manejo
Parque nacional — proteção integral Unidade do Sistema Nacional de Unidades de Conservação, grupo de proteção integral.
Bioma
Mata Atlântica Floresta em regeneração avançada sobre o maciço da Tijuca, em área urbana.
Administração
ICMBio Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, autarquia federal vinculada ao Ministério do Meio Ambiente.
Patrimônios reconhecidos
Paisagem cultural da UNESCO, desde 2012 Bem “Rio de Janeiro: paisagens cariocas entre a montanha e o mar”, dossiê 1100rev, critérios (v) e (vi). Área inscrita do bem serial: 7.248,78 hectares — recorte distinto da área da unidade de conservação.
Tipo de ecossistema
Florestas e selvas O acervo também classifica a unidade como parque de montanha.

Como o parque foi criado

A história administrativa do parque começa em 1961, mas a história da proteção no maciço começa um século antes. A página institucional do ICMBio sobre o aniversário da unidade registra que, nos séculos XVII e XVIII, o maciço da Tijuca foi em grande parte ocupado e devastado pela extração de madeira e por monoculturas, em especial o café, com efeitos sobre o abastecimento de água da cidade. Em 1861, as florestas da Tijuca e das Paineiras foram declaradas Florestas Protetoras por D. Pedro II, e teve início um processo de desapropriação de chácaras e fazendas para reflorestamento e regeneração. O instituto trata essa medida como um dos atos pioneiros de proteção no mundo — anterior, em data, à criação do Parque Nacional de Yellowstone, em 1872. Isso não faz da Tijuca um parque nacional do século XIX: faz dela uma floresta que já era objeto de política pública quando a categoria “parque nacional” ainda não existia no Brasil.

A criação federal veio em 6 de julho de 1961, pelo Decreto nº 50.923. O artigo 1º cria, no então Estado da Guanabara, o Parque Nacional do Rio de Janeiro, subordinado ao Serviço Florestal do Ministério da Agricultura. O artigo 2º descreve a unidade como o conjunto das florestas de domínio público da União denominadas Tijuca, Paineiras, Corcovado, Gávea Pequena, Trapicheiro, Andaraí, Três Rios e Covanca — as mesmas áreas que o Decreto-lei nº 3.889, de 5 de dezembro de 1941, já havia colocado sob jurisdição do Ministério da Agricultura. O nome atual veio em 8 de fevereiro de 1967, pelo Decreto nº 60.183, que alterou a denominação para Parque Nacional da Tijuca e descreveu a área original com cerca de 3.200 hectares.

Os limites atuais são posteriores. O Decreto de 3 de junho de 2004 redefiniu o perímetro no município do Rio de Janeiro. A nota do ICMBio sobre os 54 anos da unidade registra que essa redefinição incorporou, entre outros, o Parque Lage, a Serra dos Pretos Forros e o Morro da Covanca, e passou a descrever a superfície em 39,51 km². A área que o portal do instituto publica hoje é 3.958,51 hectares. Como no Iguaçu, são recortes e medições feitos em momentos diferentes: a superfície do decreto de 1967, a descrição em quilômetros quadrados de 2004 e o número atual do ICMBio não devem ser lidos como se fossem o mesmo dado.

Paisagens

O relevo do parque é o do maciço da Tijuca: um conjunto de encostas florestadas e picos de granito que se elevam sobre a faixa urbana entre a baía de Guanabara e o oceano. A ficha da UNESCO do bem paisagístico carioca descreve essa espinha dorsal como a moldura que “restringiu e inspirou” o desenvolvimento da cidade, do ponto mais alto do maciço — 1.021 metros — até o mar. Esse cume é o Pico da Tijuca, no setor da Floresta.

A unidade não é um bloco contínuo. O Ministério do Turismo e o próprio sítio da unidade descrevem quatro setores: Floresta da Tijuca; Serra da Carioca; Pedra da Gávea e Pedra Bonita; e Covanca/Pretos Forros. Na Serra da Carioca estão o Corcovado e o Parque Lage. Na Floresta, a Cascatinha Taunay e as trilhas que sobem ao Pico da Tijuca e ao Bico do Papagaio. No setor da Gávea, os paredões que marcam a costa de São Conrado. A paisagem que o visitante reconhece — dossel sobre bairros, pico sobre a baía — é essa justaposição, não um interior remoto.

Ainda é possível, segundo o ICMBio, identificar pés de café e ruínas de fazendas no interior da unidade — Solidão, Mocke e Midosi entre elas. São marcas de um uso que a floresta cobriu, mas não apagou.

Ecossistemas

O parque está no domínio da Mata Atlântica. A cobertura atual é floresta em regeneração avançada sobre um maciço urbano. Isso importa para a leitura ecológica: não se trata de um núcleo intocado de floresta primária, e sim de um fragmento reconstituído, com camadas de uso antigo e de recomposição, cercado por bairros em cotas baixas.

A UNESCO descreve explicitamente a floresta da Tijuca como Atlantic forest restaurada — a floresta atlântica recomposta que desce do alto do maciço até o recorte da cidade. O contraste de altitude, da orla até os 1.021 metros do Pico da Tijuca, produz uma variação de exposição, umidade e encosta dentro de uma área pequena. É essa variação, e não a extensão territorial, o que sustenta a diversidade que a unidade ainda consegue guardar.

Os quatro setores não são equivalentes. Floresta da Tijuca e Serra da Carioca concentram o uso público e a maior parte da narrativa paisagística. Pedra da Gávea e Pedra Bonita são escarpas costeiras de granito, com floresta de encosta e afloramento rochoso. Pretos Forros e Covanca entram no perímetro sobretudo com a redefinição de 2004. Tratar o parque como um único “bosque urbano” apaga essas diferenças de manejo.

Fauna e flora

Fauna

A lista oficial de espécies ameaçadas protegidas na unidade, publicada pelo ICMBio na ficha da UC, é o recorte que usamos aqui. Não completamos essa lista com nomes que circulam em guias de visita sem aparecer no documento do órgão gestor. Constam:

  • Gavião-pomba (Leucopternis lacernulatus);
  • Choquinha-de-rabo-cintado (Myrmotherula urosticta);
  • Morcego-vermelho (Myotis ruber);
  • Tiriba (Pyrrhura leucotis) e tiriba-grande (Pyrrhura cruentata);
  • Apuim-de-costas-pretas (Touit melanonotus);
  • Rãzinha (Thoropa lutzi);
  • As borboletas Pseudocroniades machaon seabrai e Turmada camposa.

A presença de aves florestais ameaçadas num fragmento urbano é o indicador que a lista oficial oferece: o parque ainda funciona como habitat, não apenas como cenário. Isso não autoriza inferir, a partir dessa lista, a existência de grandes mamíferos ou de espécies que o ICMBio não relacionou para esta unidade.

Flora

A cobertura é florestal atlântica em regeneração. O ICMBio registra que pés de café persistem como vestígio das fazendas do século XIX — um sinal de que a recomposição não homogeneizou o interior. Nas fontes oficiais consultadas para esta ficha, não localizamos um inventário público atualizado de espécies arbóreas da unidade que pudéssemos reproduzir com a mesma segurança da lista de fauna ameaçada. Por isso não nomeamos árvores além do que esses documentos sustentam.

Importância ambiental

O valor do parque não está na extensão. Está no fato de um fragmento de Mata Atlântica ainda existir, contínuo o bastante para servir de habitat, no meio de uma das maiores concentrações urbanas do país. O Ministério do Turismo descreve serviços ambientais que a unidade presta à cidade: regulação do equilíbrio hídrico, controle de erosão de encostas, prevenção do assoreamento de cursos d’água, conservação do solo e regulação climática. São funções de floresta de encosta, não de jardim.

A pressão é simétrica à função. A unidade é circundada por bairros — Tijuca, Barra da Tijuca, Freguesia, Grajaú, São Conrado, Jardim Botânico, Gávea, entre outros citados na literatura de manejo da visitação. A ocupação de encostas acima da cota em que o zoneamento municipal já tentou conter a urbanização é um tema antigo da gestão. Desmatamento de vertente e deslizamento não são risco abstrato: são o reverso urbano da mesma encosta que o parque tenta manter florestada.

A visitação intensa, concentrada em poucos eixos — Floresta da Tijuca, Corcovado, mirantes da Serra da Carioca — transforma o uso público em tarefa central de manejo, no mesmo sentido em que o Iguaçu trata o fluxo nas cataratas. A maior parte da unidade não é palco. É encosta que precisa continuar encosta.

Patrimônios reconhecidos

O parque não é, por si, um bem natural inscrito na Lista do Patrimônio Mundial. Ele entra na lista como parte de um bem cultural: Rio de Janeiro: paisagens cariocas entre a montanha e o mar, inscrito em 2012, dossiê 1100rev, critérios (v) e (vi). A área do bem serial é 7.248,78 hectares, com zona de amortecimento de 8.621,38 hectares — números da ficha da UNESCO, distintos da área da unidade de conservação.

  • Critério (v) — exemplo excepcional de interação humana com o ambiente. A justificativa descreve o desenvolvimento da cidade moldado pelo recorte entre o maciço florestado e o mar.
  • Critério (vi) — associação com acontecimentos, obras e ideias de significado universal. A ficha reconhece a paisagem carioca como fonte de invenção artística, musical e urbanística.

A síntese da UNESCO inclui, além do Parque Nacional da Tijuca e da floresta atlântica restaurada, o Jardim Botânico, o Corcovado, os morros da entrada da baía de Guanabara e as paisagens desenhadas da orla de Copacabana e do Aterro do Flamengo. O parque é o teto verde desse conjunto, não o conjunto inteiro. Há um antecedente útil: em 2003, uma proposta de inscrição natural do Pão de Açúcar, da Floresta da Tijuca e do Jardim Botânico não foi aceita sob critérios naturais; o bem voltou em 2012 como paisagem cultural.

Melhor período para conhecer

Não existe um mês universalmente melhor, e desconfie de qualquer texto que diga o contrário. O que existe são variáveis conhecidas, e entendê-las é mais útil do que receber uma data.

O Rio de Janeiro tem clima tropical úmido, com chuva possível em qualquer mês. Em floresta de encosta, chuva forte reduz aderência em trilha, aumenta o risco de queda de galho e pode fechar acessos por segurança. O segundo fator é o fluxo de visitantes, que se concentra em feriados, férias escolares e nos eixos mais conhecidos da unidade — em especial o Corcovado e a Floresta da Tijuca. Como as áreas abertas à visitação são uma fração do perímetro, a sensação de aglomeração varia muito mais que o clima.

Condições variáveis não são afirmadas neste guia. Interdições de trilha, fechamento de setor, restrições de acesso ao Corcovado e alterações de funcionamento são divulgados pela administração do parque e podem mudar de um dia para o outro. Consulte o canal oficial antes de se deslocar.

Formas oficiais de acesso

A unidade está inteira no município do Rio de Janeiro. O portal do ICMBio registra o endereço da sede na Estrada das Paineiras, s/n, Santa Teresa. O sítio da unidade registra ainda a Estrada da Cascatinha, 850, Alto da Boa Vista — o eixo clássico de chegada ao setor Floresta da Tijuca. São duas frentes administrativas de um mesmo parque, não dois parques.

Os quatro setores não se alcançam por um único portão. Floresta da Tijuca, Serra da Carioca, Pedra da Gávea/Pedra Bonita e Covanca/Pretos Forros têm acessos distintos, encaixados na malha viária da cidade. Chegar a um setor não autoriza o ingresso nos demais. O Corcovado, no interior da Serra da Carioca, tem regime próprio de acesso, definido pela administração da unidade e pelos contratos de visitação vigentes — e esse regime não se confunde com a entrada da Floresta da Tijuca.

Não publicamos valores, horários nem pontos de venda. Ingresso, funcionamento das portarias, transporte interno e atividades disponíveis são definidos e alterados pela administração da unidade e por seus contratos de concessão. A única fonte válida para esses dados, na data em que você for visitar, é o canal oficial indicado na seção Verificação e site oficial.

Regras de visitação

O Parque Nacional da Tijuca é uma unidade de proteção integral. Essa categoria, definida pela Lei nº 9.985, de 2000, que instituiu o Sistema Nacional de Unidades de Conservação, admite apenas o uso indireto dos recursos naturais — isto é, uso que não envolve consumo, coleta, dano ou destruição. O fato de o parque estar dentro da cidade não altera o regime.

Na prática, e de forma estrutural, isso significa que:

  • A visitação é permitida apenas nas áreas e nas modalidades previstas no plano de manejo da unidade. A maior parte do território não é aberta ao público.
  • Não é permitido coletar, retirar ou danificar plantas, animais, rochas ou qualquer elemento natural.
  • Caça, pesca e extração de produtos florestais são proibidas.
  • Atividades como filmagens profissionais, pesquisa científica e uso de aeronaves não tripuladas dependem de autorização prévia do órgão gestor.
  • Animais domésticos não são admitidos em unidades de proteção integral.
  • As orientações das equipes de campo e a sinalização em campo prevalecem sobre qualquer informação publicada previamente, inclusive sobre este guia.

O plano de manejo vigente foi aprovado pela Portaria ICMBio nº 40, de 25 de junho de 2008, e revisado pela Portaria nº 120, de 6 de novembro de 2014. O sítio da unidade registra que uma nova revisão está em estágio inicial. Enquanto ela não for publicada, o documento de 2008/2014 é o que vale.

Cuidados ambientais

Em um parque urbano com fluxo alto de visitantes concentrado em eixos estreitos, o impacto individual se multiplica rápido. Os cuidados abaixo não são recomendações de etiqueta: são respostas diretas aos problemas documentados em fragmentos florestais com visitação intensa.

  • Não alimente nenhum animal silvestre, em nenhuma circunstância. Alimentar animais em áreas de visitação altera comportamento, gera dependência, aumenta agressividade e adoece as populações. É o dano mais comum e mais evitável.
  • Mantenha-se nas trilhas e caminhos demarcados. Atalhos abrem caminhos secundários, compactam solo, expõem raízes e aceleram erosão em encostas úmidas.
  • Não deixe alimentos ou embalagens acessíveis. Mochilas abertas e lanches sobre bancos funcionam como fonte de alimento para a fauna, com o mesmo efeito de alimentá-la deliberadamente.
  • Leve todo o seu resíduo de volta. Isso inclui resíduos orgânicos: cascas e restos de fruta não são “naturais” naquele ambiente e também atraem animais para as áreas de visitação.
  • Não introduza plantas, sementes ou animais. Espécies exóticas são um dos vetores mais graves de degradação em fragmentos florestais.
  • Respeite a distância. Não toque, não persiga e não force aproximação para fotografia. Em trilha de encosta, a superfície molhada é escorregadia.

Nossa leitura ampliada desses princípios está no guia de planejamento responsável de visitas.

Acessibilidade

Informação não confirmada em fonte oficial. Nas fontes oficiais consultadas para esta ficha, não localizamos um documento público e atualizado que descreva de forma completa as condições de acessibilidade das áreas abertas à visitação do parque — como características das trilhas e mirantes, existência de equipamentos de apoio, rotas alternativas ou atendimento a pessoas com mobilidade reduzida em cada setor.

Optamos por registrar essa lacuna em vez de descrever condições que não pudemos verificar. Quem precisa dessa informação para planejar a visita deve procurar diretamente a administração da unidade, pelo canal indicado abaixo. Assim que localizarmos documentação oficial sobre o tema, atualizamos esta seção e a data de verificação.

Verificação e site oficial

Data da verificação: . Nessa data, todos os dados desta ficha foram conferidos nos documentos listados em Fontes.

Administração responsável: Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) — é o órgão a consultar para qualquer informação sujeita a mudança.

Se você identificou um dado desatualizado ou incorreto nesta ficha, veja nossa política de correções. Registramos toda alteração relevante com data.

Fontes

  1. ICMBio. Ficha da unidade: nome oficial, bioma Mata Atlântica, área de 3.958,51 hectares, diplomas legais de 1961, 1967, 1972 e 2004, endereço na Estrada das Paineiras, lista de espécies ameaçadas e plano de manejo (Portarias nº 40/2008 e nº 120/2014). Órgão oficial
    Parna da Tijuca, portal do ICMBio
  2. ICMBio. “Parque Nacional da Tijuca completa 54 anos”: devastação histórica do maciço, Florestas Protetoras de 1861, criação em 1961 como Parque Nacional do Rio de Janeiro, mudança de nome em 1967 e redefinição de 2004, com 39,51 km². Órgão oficial
    Nota institucional do ICMBio
  3. Ministério do Meio Ambiente. Relatório do Cadastro Nacional de Unidades de Conservação: criação em 6 de julho de 1961, grupo de proteção integral, órgão gestor ICMBio, área legal original de 3.200 ha e área geoprocessada de 3.958,46 ha. Órgão oficial
    CNUC, ficha 0000.00.0154
  4. UNESCO, Centro do Patrimônio Mundial. Rio de Janeiro: Carioca Landscapes between the Mountain and the Sea — ficha do bem, critérios (v) e (vi), inscrição em 2012, área de 7.248,78 ha e menção ao Parque Nacional da Tijuca e à floresta atlântica restaurada. Dossiê 1100rev. Organismo internacional
    whc.unesco.org/en/list/1100
  5. Brasil. Decreto nº 50.923, de 6 de julho de 1961 — cria o Parque Nacional do Rio de Janeiro e lista as florestas da União que o constituem. Legislação
    Legislação informatizada, Câmara dos Deputados
  6. Brasil. Decreto nº 60.183, de 8 de fevereiro de 1967 — altera a denominação para Parque Nacional da Tijuca e descreve a área original com cerca de 3.200 hectares. Legislação
    Legislação informatizada, Câmara dos Deputados
  7. Brasil. Decreto de 3 de junho de 2004 — redefine os limites do Parque Nacional da Tijuca no município do Rio de Janeiro. Legislação
    planalto.gov.br — Decreto de 2004
  8. Brasil. Lei nº 9.985, de 18 de julho de 2000 — institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza e define o grupo de proteção integral e o regime de uso indireto dos recursos naturais. Legislação
    planalto.gov.br — Lei do SNUC

Nomes científicos de fauna reproduzidos conforme a lista de espécies ameaçadas da ficha do ICMBio; nomes populares conforme o uso nessa lista.

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